segunda-feira, dezembro 01, 2008

Kate Moss. Hoje você me inspirou.



E se eu resolvesse surtar de vez? Seria a libertação? Será que estou próxima disto?

As vezes creio que chego muito perto, muito. . . . . . . . . . .

Acho que sensações parecidas como, poder pular de um prédio (sem conotações suicídas, por favor) (então só para n desesperar o leitor; de paraquedas, ou colchão muito macio la embaixo) , ou então andar por kilometros a fio, sozinha, por um deserto, deserto.
Sem barulhos, sem ruídos, sem disperção.

Mergulhar num profundo mar azul, muito transparente, muito, muito, muito... e chegar lá embaixo e encontrar uma única e solitária estrela do mar...

Tudo isto, avec moi, sozinha. .

Talvez mergulhar de corpo inteiro numa piscina de lama, não muito gelada, nem fria, mas também longe de estar na temperatura ambiente. é a busca por um conforto meu, proporcionado por mim. Algo que me abrace por um todo. Seja o silêncio, seja a agua, a lama..

Tudo isto é romper uma fibra muito tênue que cisma em me mandar para trás.
. é um timpano .


um hímen... (agora eu fui bem longe.. espero que tenha dado para entender) .

Quando sou imposta a retroceder, eu surto num sufocamento. meu.
A vida em grupo é ao mesmo tempo facílima, mas me dispersa.... e se não for assim, me cansa.

E aí... as vezes me surpreendo me deixando ir, para algum lado, com alguém .. ou na direção de. Parece que tudo vai ser. E eu freio, não me jogo, ou me jogo com uma cordinha chata.


NEVER COMPLAIN, NEVER EXPLAIN .... e aparentemente, doa a quem doer. E o mundo é difícil assim mesmo. Um dia caça, outro dia caçador.




E está sendo difícil aceitar o mundo assim.


Porquê eu achava que dava para ser hippie de cuca.

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